Contraf-CUT assina Acordo Aditivo com a Caixa nesta quinta-feira 29, em Brasília.nnn

 
Crédito: Caco Argemi - Seeb Porto Alegre
Caco Argemi - Seeb Porto AlegreA Contraf-CUT e as demais entidades sindicais assinam nesta quinta-feira 29, às 9h30, em Brasília, o Acordo Aditivo 2009/2010 com a Caixa Econômica Federal. Conquistado com a força da greve que durou 28 dias e paralisou agências em todo o país, o acordo traz inúmeros avanços para os trabalhadores, que encerraram de forma vitoriosa a campanha salarial.

Entre as conquistas do aditivo, estão a contratação de 5 mil trabalhadores em 2010, contribuindo para a melhoria das condições de trabalho, junto com a criação dos comitês regionais de mediação de conflito no trabalho, vinculados à Comissão de Ética da Caixa, para o combate ao assédio moral. Nas questões financeiras, os bancários conseguiram uma PLR maior do que a do ano passado e um abono linear de R$ 700 para todos os empregados, a ser pago em janeiro.

"Foi
campanha salarial difícil, em que encontramos muitas resistências por parte do banco, mas graças a nossa mobilização conseguimos um acordo com conquistas importantes. Os bancários da Caixa estão de parabéns por sua capacidade de luta e maturidade na avaliação das condições da campanha salarial", afirma Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

Veja os principais pontos do acordo:

Questões econômicas

Índice

- O reajuste do salário será de 6%, o que representa um aumento real de 1,5% em relação à inflação calculada pelo INPC, entre 1º de setembro de 2008 e 31 de agosto de 2009, que foi de 4,44%.
- O abono de R$ 700 será pago na folha de janeiro de 2010.

PLR: proposta da Fenaban

Parte básica: 90% da remuneração-base acrescidos de uma parcela fixa de R$ 1.024, limitada a R$ 6.680 e a 13% do lucro líquido.
Parte adicional: 2% do lucro líquido, distribuídos linearmente, limitada a R$ 2.099. Com lucro projetado de R$ 2,13 bilhões, o maior valor pago atingiria R$ 5.649 e o menor, R$ 2,315.

PLR: proposta da Caixa

Maior valor entre a proposta da Fenaban com redutor e a por grupo de cargos a seguir:

- Valores fixos distribuídos por grupos de cargos relacionados de acordo coma complexidade das atribuições.
- A proposta prevê antecipação de 100% do valor da Fenaban, que será pago no dia 3 de novembro - com base no lucro líquido projetado para o ano de 2009, no valor de R$ 2,13 bilhões. O restante devido será pago em março de 2010.

Regra específica por grupo de cargos

- Grupo 1 (superintendente nacional, chefe de gabinete, consultor de diretoria, consultor de relações institucionais, ouvidor e superintendente regional): R$ 10 mil.
- Grupo 2 (consultor jurídico, superintendente de projetos especiais, gerente nacional e consultor técnico): R$ 9.500.
- Grupo 3 (gerente geral, gerente regional de negócios e canais, de produto, de segmento, de tecnologia e coordenador de projetos especiais): R$ 9 mil.
- Grupo 4 (gerente de auditoria regional, de padrões e planejamento, de relacionamento institucional, de filial e de centralizadora, de jurídico regional e operacional): R$ 8 mil.
- Grupo 5 (coordenador jurídico, gerente de representação, administrativo, de relacionamento, de atendimento e supervisor de tecnologia): R$ 7.500.
- Grupo 6 (coordenador, gerente de projetos, de serviço, líder de projetos e tecnologia, supervisor e profissionais): R$ 6.500.
- Grupo 7 (analista de operações financeiras, auditor, assessor institucional, assistente jurídico, consultor de processo, interno e regional de canais, especialista, gerente de RetPV e secretário da presidência): R$ 5.750.
- Grupo 8 (agente de conformidade, analista, assessor, assessor regional de marketing, assistente regional, consultor regional, secretário de colegiado e técnico social): R$ 5.250. - Grupo 9 (avaliador executivo e caixa PV): R$ 4.500.
- Grupo 10 (assistente de negócios, agente de atendimento, assistente administrativo, auxiliar de enfermagem do trabalho, bibliotecário, compensador, enfermeiro do trabalho, monitor de telemarleting, perito documentoscópico, programador, operador de computador, operador de telemarketing, secretário, secretário executivo, técnicos de operações de retaguarda e de nível médio): R$ 4.250.
- Grupo 11 (empregado sem função): R$ 4 mil.

Outros itens

- A Caixa se compromete a construir com as representações dos empregados, na mesa de negociação permanente, uma fórmula perene para a PLR.

Dias parados

- A Caixa seguirá a regra negociada com a Fenaban, com compensação dos dias não-trabalhados por motivo de paralisação entre os dias 17 de setembro e 21 de outubro, com prestação de jornada suplementar até o dia 18 de dezembro, não podendo exceder duas horas diárias e nem ser realizada em finais de semana e feriados.
- A empresa se compromete a buscar entendimento na mesa de negociações permanentes para descontos de dias de greve contestados pelos trabalhadores em 2007 e em 2008.

Questões específicas

- Contratação de cinco mil novos empregados até o final de 2010.
- Implantação do novo Plano de Funções em dezembro de 2009, desde que aprovado pelos órgãos controladores, conforme estabelecido na cláusula 34 do acordo coletivo 2008/2009.
- Realização de pesquisa sobre a qualidade de atendimento e satisfação dos usuários do Saúde Caixa.
- Criação de comitês regionais de mediação de conflito no trabalho, vinculados à Comissão de Ética da Caixa. Regimento e funcionamento a serem definidos pela CEE/Caixa e GT Saúde e apresentado na mesa permanente.
- Implantação do Programa de Gerenciamento de Doenças Crônicas, após avaliação do piloto no Rio de Janeiro.
- Autorização da eleição de todos os cipeiros, indicando o presidente dentre os eleitos.
- Instalação dos exaustores em todas as bancadas de penhor até dezembro de 2009.
- Reajuste de 6% sobre o valor da indenização por assalto/sinistro, passando de R$ 95.165 para R$ 100.874,90.
- Elaboração do projeto Saúde Mental, em parceria com o GT Saúde do Trabalhador, para ser apresentado ao Conselho Diretor.
- Divulgação de informações relativas à inclusão de pessoas com deficiências e dos empregados com idade acima de 40 anos, no relatório social da Caixa.
- Manutenção da possibilidade de gozo de férias, em dois períodos, para empregados acima de 50 anos.
- Contratação de 450 jovens aprendizes, nas regras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), até dezembro de 2009.

Fonte: Contraf-CUT

 

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PLR: adicional vem mesmo sem aumento do lucro

Até agora, valor era pago somente nos bancos em que lucro crescesse pelo menos 15% no ano

São Paulo - A participação dos bancários na greve mais uma vez surpreendeu os banqueiros e mudou a atitude deles, que queriam impor aos trabalhadores perdas na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A proposta apresentada pela federação nos bancos, na noite de quarta-feira 7, prevê PLR de 90% do salário mais R$ 1.024, com teto de R$ 6.680. O valor pode ser majorado até que seja distribuído pelo menos 5% do lucro líquido, podendo chegar a 2,2 salários, com teto de R$ 14.696.

Os banqueiros até acataram a reivindicação de proposta simplificada, mas que reduzia drasticamente os valores pagos os trabalhadores e isso não admitimos”, diz o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino. “Então voltamos ao modelo antigo e conseguimos garantir que os bancários não recebam menos que no ano passado.

O presidente do Sindicato destaca a retomada do teto de 15% na distribuição do lucro. “Os bancos queriam rebaixar esse teto para 4% e imputar aos trabalhadores enorme perda. Esqueceram que os bancários são gente de luta, que não se dobra, e foram obrigados a voltar atrás”, diz Marcolino, lembrando que o rebaixamento do teto para 4% poderia virar referência e comprometer até a PLR dos bancos públicos.

Adicional seguro – A greve que completa 15 dias na quinta-feira 8, arrancou dos banqueiros uma proposta de pagamento perene do adicional à PLR. O valor, de 2% do lucro líquido será distribuído de forma linear a todos os trabalhadores, com teto de R$ 2.100 tenha ou lucro crescido ou não. O valor não pode ser descontado dos programas próprios.

Até agora, o adicional só era pago nos bancos em que o lucro crescesse pelo menos 15%. “Com os altíssimos patamares dos resultados dos bancos no Brasil, a cada ano fica mais difícil atingir esse crescimento”, relata o presidente do Sindicato. “Este ano praticamente nenhum bancário receberia o adicional, já que os lucros não cresceram ou cresceram muito pouco”, informa Marcolino. De acordo com a antiga proposta dos banqueiros, os funcionários de dois dos maiores bancos do país receberiam cerca de 80% menos de participação nos lucros que em 2008. A “economia” geral seria de mais de R$ 1,2 bilhão.

Com a proposta conquistada, o pagamento fica garantido e não depende mais do crescimento do lucro, ou seja, os bancários não correm mais o risco de ficar sem o adicional. “Receber uma porcentagem do lucro é uma reivindicação dos bancários desde 2005, já garantida na PLR do Banco do Brasil (onde o pagamento é de 4% do lucro líquido sem teto). Essa proposta tem teto, mas por outro lado os bancários podem chegar a receber pela regra básica 2,2 salários que somados ao teto de R$ 2.100 representa um ganho importante”, avalia Marcolino.

> Greve arranca proposta com aumento real e PLR maior 
> Licença-maternidade de seis meses também é garantida

PLR - Como é hoje
Pagamento é vinculado ao crescimento do lucro líquido. Caso a regra fosse
mantida, veja quanto cada bancário receberia de valor adicional baseado
na variação do lucro líquido do primeiro semestre de 2008 e deste ano

Banco

LL 1º sem./08 (R$)

LL 1º sem./09 (R$)

PLR adicional(R$)

Bradesco

4.105.000

4.020.352

Nada

Itaú
Unibanco

5.582.000

4.585.732

Nada

Santander
Real

1.546.000

1.649.000

158

HSBC

767.877

249.761

Nada

Valores podem sofrer variações em função da mudança no número de funcionários

Elaboração: DIEESE Subseção SESE/Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região

 

PLR - Como ficaria
Está desvinculado do crescimento do lucro líquido. O cálculo é assim:
pega-se 2% de lucro líquido do banco e distribui de forma linear entre os trabalhadores.
Veja no quadro quanto cada bancário receberia

Banco

LL 1º sem./08 (R$)

LL 1º sem./09 (R$)

PLR adicional(R$)

Bradesco

4.105.000

4.020.352

1.050

Itaú
Unibanco

5.582.000

4.585.732

1.050

Santander
Real

1.546.000

1.649.000

634

HSBC

767.877

249.761

209

Valores podem sofrer variações em função da mudança no número de funcionários. O pagamento refere-se à antecipação de 2% de lucro líquido de semestre com teto de R$ 1.050.
O adicional total, calculado após a divulgação do balanço anual pode chegar a R$ 2.100

Elaboração: DIEESE Subseção SESE/Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região

Quanto os bancários recebem de antecipação

Caso seja aprovada a proposta da Fenaban, os bancários receberão a antecipação da PLR que corresponde a 60% da regra básica limitado a R$ 4.008, acrescido do valor adicional de 2% do lucro líquido do primeiro semestre limitado a R$ 1.050 – veja simulação no quadro por faixa salarial nos bancos que pagam o adicional pelo teto – que serão pagos dez dias após a assinatura do acordo. Além disso, como a data base da categoria é 1º de setembro o índice de reajuste proposto de 6% é retroativo. Assim, as empresas terão de pagar diferenças nos salários e verbas como o tíquete refeição, cesta-alimentação e o auxílio-creche/babá

Salário

54%
do salário

Parte fixa

Total regra*

2% LL**

Total a receber***

1.250

675

614

1.289

1.050

2.339

2.000

1.080

614

1.694

1.050

2.744

2.500

1.350

614

1.964

1.050

3.014

5.000

2.700

614

3.314

1.050

4.364

8.000

4.320

614

4.008

1.050

5.057

*Na regra básica a antecipação da PLR é fimitado a R$ 4.008
**Teto do pagamento na distribuição de 2% do lucro líquido. Valor é apurado de acordo com o balanço do primeiro semestre de cada banco. Pagamento acima do teto e sem desconto de programa próprio.
***Total a receber na antecipação: regra básica + adicional

Elaboração: DIEESE Subseção SESE/Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região

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Negociações com a Fenaban param e voltam às 15h30

Ainda no período da tarde, empregados da Caixa Econômica Federal negociam suas reivindicações específicas

Debates

 

São Paulo – Depois de três horas de discussão, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban interromperam as negociações por volta das 13h de quinta-feira 1º de outubro. Os debates serão retomados às 15h30. Ainda no período da tarde, os empregados da Caixa Econômica Federal negociam suas reivindicações específicas com a direção do banco. A reunião começa às 15h.

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Tanto
as negociações gerais com a Fenaban quanto as específicas com a Caixa são as primeiras reuniões entre patrões e empregados desde que a greve nacional por tempo indeterminado dos bancários começou, no dia 24 de setembro.

Entre as principais reivindicações da categoria que estão em debate com a Fenaban estão o aumento real de salários, PLR maior, manutenção dos empregos e valorização dos pisos. Na Caixa, os empregados querem a isonomia de direitos entre todos os trabalhadores do banco, a contratação de mais bancários para diminuir o sufoco nas agências e departamentos e soluções para as pendências do fundo de pensão, a Funcef.

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INFORME SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CATAGUASES  E REGIÃO

 

 

01 - Seguindo a deliberação da Assembléia de ontem, realizada na sede do sindicato, os bancários do Banco do Brasil  da cidade de Cataguases  paralisaram suas atividades  no dia de hoje; Os bancos privados na cidade mantiveram suas portas fechadas por uma hora, começando o atendimento ao público a partir de 11 horas.

 

02 - Em Leopoldina e Além Paraíba não funcionaram as agências da Caixa, já que a totalidade dos funcionários aderiram ao Movimento Grevista.

 

03 - Amanhã, a partir de 8,30 horas, os bancários estarão reunidos na sede do sindicato em Cataguases, para discutir os rumos do Movimento. Caso não haja avanço nas negociações com a Fenaban - Eentidade que representa os banqueiros - ´é provavel que a adesão dos bancários à greve aumente.

 

04 - Os bancários reivindicam reajuste salarial de 10% que corresponde à inflação do ano, mais 5% de ganho real. Os bancários reivindicam também um avanço na PLR - Distribuição dos Lucros e os banqueiros insistem em propor a aplicação de uma fórmula de distribuição pior do que a praticada no ano passado.

 

05 - No ítem Reajuste Salarial, os banqueiros oferecem apenas 4,5% de reajuste salarial, o que é inadmissível para a categoria.

 

Mais informações: sindiban@oi.com.br ou 32.3421.1983

 

 

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INFORME  CAMPANHA SALARIAL 2009

 

       PLR

a)      Parcela em de salários – 1,5 salário reajustado limitado ao valor individual de 10.000,00 e 4% do Lucro liquido de 2009, o que ocorrer primeiro

b)      Parcela Linear – 1,5% do lucro liquido, distribuído linearmente, limitado ao valor individual de R$ 1.500,00

Condições

- o banco com prejuízo em 2009 não pagará a PLR

- o valor da PLR poderá ser compensado no pagamento dos planos própriosde participação em lucros ou resultados

- as condições e proporcionalidades para afastados, demitidos e admitidos serão as mesmas as CCT 2008/2009, com atualização das datas de referência

 

Salários – Reajuste de 4,5% sobre os salários praticados em 31/08/2008, com as compensações previstas na CCT

 

Demais itens

 

CSalário de ingresso

– portaria: R$ 673,71

Escritório : R$ 966,20

Caixa R$ 966,29 + R$ 285,83

 

Salário após 90 dias                                             

portaria: R$ 738,00

Escritório : R$ 1.059,25

Caixa R$ 1.480,24 (já incluída gratif. Caixa)

ATS R$ 16,35

Grat. Comp. Cheque – R$ 93,13

Aux. Refeição – R$ 16,63

Aux. Cesta/alimentação: R$ 285,21

13ª Cesta alimentação: R$ 285,21

Aux. Creche/babá:R$ 205,00 (até 71 meses)

Aux. Funeral:R$ 549,89

Ajud. Deslocamento Noturno: R$ 57,39

Inden. Por morte ou incapac. Decorrente assalto: R$ 81.998,61

Requalificação profissional: R$ 819,52

Programa de Reabilitação: texto já entregue / acerto de redação

 

Política de Prevenção de Conflitos no ambiente de trabalho: texto já entregue

 Estabilidade por préd-aposentadoria: texto já entregue

 

Comissão Bipartite de segurança: agendar reunião

 

Comissão Bipartite de saúde: agendar reunião

 

Ampliação da Licença maternidade por 60 dias – A concessão dessa ampliação fica condicionada à plena vigência do incentivo fiscal de que trata o art. 5º da lei 11.770,de 09/11/2008, em favor de empregador.(a proposta de texto de clausula será entregue posteriormente)

 

 

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SEGURO DESEMPREGO

 

Valor do Benefício

A apuração do valor do benefício tem como base o salário mensal do último vínculo empregatício na seguinte ordem:
Tendo o trabalhador recebido três ou mais salários mensais a contar desse último vínculo empregatício a apuração considerará a média dos salários dos últimos três meses;
Caso o trabalhador em vez dos três últimos salários

VALOR DO BENEFÍCIOA apuração do valor do benefício tem como base o salário mensal do último vínculo empregatício, na seguinte ordem:
Tendo o trabalhador recebido três ou mais salários mensais a contar desse último vínculo empregatício, a apuração considerará a média dos salários dos últimos três meses;
Caso o trabalhador, em vez dos três últimos salários daquele vínculo empregatício, tenha recebido apenas dois salários mensais, a apuração considerará a média dos salários dos dois últimos meses;
Caso o trabalhador, em vez dos três ou dois últimos salários daquele mesmo vínculo empregatício, tenha recebido apenas o último salário mensal, este será considerado, para fins de apuração.

Observação:

Caso o trabalhador não tenha trabalhado integralmente em qualquer um dos últimos três meses, o salário será calculado com base no mês de trabalho completo.
Para aquele que recebe salário/hora, semanal ou quinzenal, o valor constante no requerimento deverá ser o do salário mensal equivalente, conforme a regra abaixo:

Cálculo do salário mensal

Salário/hora = Y --> Salário mensal = Y x 220
Salário/dia = Y--> Salário mensal = Y x 30
Salário/semana =Y --> Salário mensal = Y ÷ 7 x 30
Salário/quinzena = Y --> Salário mensal = Y x 2
O último salário é obrigatoriamente aquele recebido no mês da dispensa, constante no TRCT, no campo Maior Remuneração.

TABELA PARA CÁLCULO DO BENEFÍCIO
SEGURO-DESEMPREGO
FEVEREIRO/2009Calcula-se o valor do Salário Médio dos últimos três meses trabalhados e aplica-se na tabela abaixo:

O valor mínimo da parcela do benefício Seguro-Desemprego corresponde ao salário mínimo vigente e o valor máximo não excederá a R$ 870,01 (oitocentos e setenta reais e um centavo).

Independente de quando o trabalhador deu entrada na solicitação de seu benefício, todas as parcelas disponíveis a partir de 01 de fevereiro terão como base o salário mínimo de R$ 465,00.

Faixas de Salário Médio

Valor da Parcela

Até R$ R$ 767,60

Multiplica-se salário médio por 0.8 (80%)

De R$ 767,61 até
R$ 1.279,46

O que exceder a 767,60 multiplica-se por 0.5 (50%)
e soma-se a 614,08.

Acima de R$ 1.279,46

O valor da parcela será de R$ 870,01 invariavelmente.

Salário Mínimo: R$ 465,00

Observação:

·         O valor do benefício não poderá ser inferior ao valor do Salário Mínimo.

·         Em vigor a partir de 01 de fevereiro de 2009.

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Campanhas

Pauta de Reivindicações Campanha 2009

Acompanhe a Campanha pela Folha Bancária e pelo site, procure os dirigentes sindicais, promova debates, vá às assembléias, participe dos atos, sindicalize-se. Só com união e participação direta os bancários arrancarão da mesa de negociações o que é merecido

 


Pauta geral de todos os bancários

Econômicas

Índice de 10% (reposição da inflação mais 5% de aumento real)

PLR de três salários + R$ 3.850

Tíquete-refeição R$ 19,25 ao dia

Cesta-alimentação R$ 465 ao mês (um salário mínimo)

13ª cesta-alimentação R$ 465 (um salário mínimo)

Auxílio-creche/babá R$ 465 ao mês (um salário mínimo)

Valorização dos pisos com base no salário mínimo do Dieese
Portaria R$ 1.432
Escriturário R$ 2.047
Caixa R$ 2.763
1º Comissionado R$ 3.477
1º Gerente R$ 4.605

Contratação de toda remuneração (inclusive a parte variável, com o objetivo de acabar com imposição de metas abusivas)

Sociais

Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) para todos construído a partir de negociação com os representantes dos trabalhadores

Garantia de emprego, fim das terceirizações e luta pela
ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe dispensas
imotivadas como as que acontecem na fusão entre bancos

Ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses
prevista em cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho

Auxílio-educação para todos

Mais segurança bancária

Fim do assédio moral


> Veja a íntegra da pauta de reivindicações


Pauta específica dos bancários do BB

Principais reivindicações

Novo Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS),
com valorização dos pisos

Fim da lateralidade e volta do pagamento de substituições

Isonomia entre funcionários novos, antigos e adquiridos,
com a manutenção do maior benefício

Fim dos caixas flutuantes/itinerantes. Os caixas executivos devem
ser todos efetivos e devem pertencer ao quadro das agências

Fim do voto de Minerva na Previ

Fim do assédio moral


> Veja a íntegra da pauta de reivindicações específicas do BB


Pauta específica dos bancários da Caixa

Principais reivindicações

Novo Plano de Cargos Comissionados

Jornada de trabalho de 6 horas diárias para todos os cargos

Isonomia entre os novos e antigos empregados

Unificação dos planos de benefícios da Funcef

Mais contratações para que se tenha um mínimo de três empregados
por setor de atendimento em cada agência

Ampliação dos direitos dos aposentados

 

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