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Publicado em: 11/07/2025 às 13:00:00 |
COE do Mercantil cobra redução na meta para recebimento da PLR própria |
COE do
Mercantil cobra redução na meta para recebimento da PLR própriaRepresentação dos trabalhadores também
reivindica aumento na distribuição linear do lucro líquido A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do banco
Mercantil cobrou, em reunião, realizada na quinta-feira (10), a diminuição do
valor estipulado como meta necessária para que o banco distribua a Participação
nos Lucros e Resultados (PLR) do programa próprio. Para haver o pagamento da
PLR do programa próprio, o banco propôs que o lucro atinja a meta de R$ 1,2
bilhão no ano, um aumento de 90,47% em relação à meta de 2024, quando a meta
era de R$ 630 milhões. “Os funcionários estão se
empenhando para atingir as metas impostas pelo banco. No ano passado, com todo
o esforço dos trabalhadores, houve um aumento de 78,7% no lucro, em comparação
com 2023. Mas, neste ano o banco exige uma elevação ainda maior no lucro”,
disse o coordenador da COE do Mercantil, Vanderci Antônio da Silva. “Por isso,
reivindicamos a redução desta meta”, completou. A representação dos
funcionários também questionou o banco sobre a alteração de cargos dos
participantes prevista na proposta. “Queremos entender melhor. Além disso,
pedimos mais transparência em relação às penalidades das campanhas de
premiação, pois os critérios não são claros”, informou o funcionário do
Mercantil e diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região,
Marco Aurélio Alves. Outra cobrança foi para
que haja aumento na distribuição linear do lucro líquido do banco entre todos
os funcionários e funcionárias, como forma de valorização do papel de cada um
na construção dos lucros. “Lembrando que, em 2024, o Mercantil lucrou R$ 751
milhões, valor 78,7% maior que no ano anterior. Isso é fruto da dedicação dos
trabalhadores”, destacou Vanderci. O banco acatou uma
reivindicação antiga da COE para reduzir o peso das campanhas de premiação no
atingimento das metas do programa. Com isso, serão mais valorizados os
resultados coletivos que os individuais. E uma nova reunião para prosseguir
discutindo a proposta do programa próprio ficou pré-agendada para o dia 30 de
julho. Texto: Contraf-CUT, com informações do
Seeb/BH
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